29.6.07


Janela indiscreta, aberta de par em par,
Olho sua beleza, prelúdio de luz e cor...
Encanto-me pela sua grandeza,
horizonte longínquo, paraíso térreo.
Sopra uma brisa quente, revigorosa...
acalmo minha dor, aromatizo minha alma.
Procuro-te amor errante, nesta nebelina...
Revejo-me em teu olhar, neste azul do céu,
num mar ausente, cobarde e infinito.
Nesta tela delíro, queixumes da tua ausencia.
Nesta tela, antevejo sinais de temporal...
Numa tela simples, natureza viva...
disfarce de uma vida sem cor nem prepósito.
Tell@

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