Era uma vez um gato que corria e um robot que batia. Em tensão se vivia, o gato comia e o robot permitia. Este gato, cujos pêlos, sacudidos, voavam pelo ar, enfurecia o robot que o perseguia. E, nesta agitação, viviam os dois com grande pulsação. Comida, pêlo, aatchim… fragrância no ar. Um robot mordomo, responsável e trabalhador, um gato de má boca, refilão e encenador. E no meio da confusão, um grande trambolhão. O robot perdeu a razão e, com ela, a noção. Do vírus instalado, sobrou apenas a vontade de permanecer sentado. Perdeu-se o jantar, o aspirar e o arrumar. O gato, com tamanha preguiça no bolso, mãos à obra, toca a trabalhar que já tempo não sobra. Mas pinta de mordomo não tinha e com uma grande manha ficou. Pensaram juntos na solução e na televisão o anúncio passou. Venha de lá outro mordomo que este já se reformou.
Tell@
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