Mar imenso, reduto de palavras castas, desejos e (in)certezas... Eu mesma... alma errante, baluarte de emoções.
...No refúgio da vida, em busca da verdade.
Entre sentimentos entrelançados, permaneço quieta e liberto-me.
O tudo transforma-se em nada.
FECHO OS OLHOS E DEIXO-ME IR.
Tell@
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