4.1.08

Templo de Diana...


Folha de acanto que me seduz. capitel demorado, enviuvado, nomada de um tempo perdido. arquitrave sólida, distinta e bem conservada. colunas coríntias, de fuste de pregas curvas, em pedra carcumida pela história. tocam o céu, robustas e altivas. paralelas entre si, num compasso binário, cantando em unissono. templo imperial romano, edificado na zona da acrópole da cidade. emulsão de arte e arquitectura. sensação de imensidão, domínio e equilíbrio estático. em évora me ergueram, monumento solitário e imortal. enalteço a paisagem, num resguardo único, expressão de um espaço com estilo. elevado aos céus, deixa-nos a descoberto o seu pódio, opus incertum... perto dele me inspiro.
Património meu, teu, nosso... do Mundo. Tela a conservar no seu estado mais puro.
Tell@

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