11.7.10

Diamante puro.


Na mão, uma concha cheia,
areia branca que se desfaz.
Grão a grão, aranha na teia,
na praia, um sol que me refaz.

Olhos no horizonte, inocentes,
mão na mão, um sorriso infantil.
As crianças, imponentes,
meiguice na alma, azul anil.

Castelos na areia, à beira-mar edificados,
de balde na mão e areia no pé.
Muros sólidos, enformados,
entra a onda, arrasa até ao sopé.


Margarida, minha querida,
todo o meu mundo, a teus pés.
Tell@

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