E eis que eles se foram
Deixando aqueles corredores vazios de gritos e alaridos.
Levaram consigo, na pasta vazia,
palavras sábias. cansadas mas vitoriosas.
Os Livros, despidos de histórias, dormem de pé
A liberdade do nada fazer,
que os deixa à mercê dos dias vazios.
As férias batem nos seus corações,
nadam esbaforidos com emoção,
mesmo à beirinha do mar.
No bairro aventuras e brincadeiras,
corridas de bicicleta,
de janela em janela, sorrisos e acenos.
Do real ao virtual,
jogos que aprisionam
impedindo-os de correr e brincar.
As manhas que começam tarde,
despertadores mudos, de barriga vazia,
descansam de tanto apitar.
Tell@
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