De um tempo cheio,
resta o seu vazio.
De um dia clássico,
ouço uma balada surreal.
De uma azáfama constante,
impõe-se uma calma intrigante.
Queria seguir os teus dedos ao piano,
descansar ao som de tons e vibratos.
Sentir esse sorriso devastador,
esse olhar verde e sedutor.
Adormecer em teus braços,
respirar fundo e acalmar.
E depois de um dia irreverente,
um fim de noite envolvida em silêncio.
Lá fora o miar de um gato,
cá dentro o afecto de um cão.
Tell@
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