10.11.10

Finalmente... o merecido descanso.

Mais um dia. Cheio de trabalho, diálogo com Encarregados de Educação, aulas emotivas e formação. Tudo, desde o nascer ao pôr do sol. O dia voou e, num abraço forte, a ira das horas que teimavam em não parar. Num esforço enorme, por entre filas imensas de trânsito, alunos inquietos e insolentes, pais insatisfeitos e formadores ávidos de trabalho, fui gerindo este longo dia. O cansaço, quando em demasia, devora-nos lentamente. Reduz-nos. Encosta-nos. E o que nos reserva o resto da noite? algumas horas sem apetite nem coragem para voltar a ligar o computador e preparar as aulas do dia seguinte. O sofá torna-se o meu melhor amigo. Resta-me apenas este animal que me aconchega, exigindo atenção. Uma ou duas coisas à beira do prato. A hora tardia inibe-me a fome. Nem fazendo as pazes com o tempo, ele se converte e me ajuda a superar. São sentires. São inercias associadas a formas de estar indesejadas. O tempo, esse jamais andará ao nosso ritmo. Seria óptimo que o piano nao parasse de tocar. A sua música acalma-me. É forte e sedutora.
Tell@

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