Redobro a atenção, mas nem assim.
Nunca estamos devidamente preparadas.
Nem ao amanhecer, nem ao entardecer.
E muito menos ao anoitecer.
Ao enfrentarmos a realidade, fortalecemo-nos.
São modestas as tentativas para nos impormos.
A energia consumida, depressa se esvai.
Não há estratégia que resista às suas intempéries.
Esgotam-se as fontes do pensamento emergente.
São tempos de resistência e tentativas abusivas.
Podiamos chegar a um acordo sim, mas quando?
E será que eles o querem também?
Hoje, seduzidos pelo poder da imagem,
desenharam o telemóvel por entre linhas e pontos de fuga.
A tarefa, depois de concluída, foi devidamente reconhecida.
Líderes das audiências, mastigam sempre as mesmas necessidades.
Robotizados, deslocam-se ao som do meu comando.
Não há fardo nem palha que resista à criatividade.
O tempo voou, enquanto as formas ganhavam vida.
Na margem do pincel, escorrem gestos e bailados.
Preenchem-se as formas, renovam-se as texturas.
Não fosse o material recolhido na véspera, e nem trabalho havia.
Este é o caminho mais fácil para o "nada fazer".
E em jeito de "frete" e com indiferença lá vão andando...
Tell@
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